A capulana são panos, que tais como os conhecemos nos dias de hoje, têm origem no Quénia em meados do século XIX. Tudo começou através dos comerciantes portugueses que vendiam lenços estampados provenientes da Índia de um tamanho pequeno e com pintas que faziam lembrar as penas das galinhas da Índia. Os tecidos indianos eram tão apreciados na região que eram considerados como uma importante moeda de troca e uma forte fonte de receitas no comércio com a costa oriental africana.
Apesar de serem muito apreciados, as mulheres africanas consideravam estes lenços pequenos, pelo que optaram por unir seis lenços e formar uma capulana só, ou kanga (galinha indiana em Swahili). Rapidamente os portugueses se aperceberam deste facto e começaram a comercializar capulanas com o tamanho procurado passando a kanga/capulana a ganhar novas características.
Hoje, as capulanas são utilizadas para inúmeros propósitos, entre os quais, são responsáveis por servir de base ao porta-bebés mais utilizado no continente africano. São tecidos de difícil combinação, mas muito coloridos fazendo sempre lembrar as cores dos países exóticos africanos.
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